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Financiar imóvel pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’ ou alugar: qual a melhor opção?

O sonho da casa própria é comum à maioria dos brasileiros. Um levantamento realizado pela empresa MindMiners com mil moradores de todas as regiões do país revelou que possuir um imóvel é a prioridade de vida para 52,1% e a segunda realização de futuro mais relevante para outros 28,4%.

O receio de assumir um financiamento de longo prazo, no entanto, ainda freia muitas pessoas, que optam por continuar arcando com o aluguel. Mas vale a pena? Especialistas afirmam que, quando se tem oportunidade de adquirir um imóvel pelo “Minha casa, minha vida” (MCMV), a compra é sempre mais vantajosa, devidos aos descontos e taxas.

— Na pesquisa, descobrimos que, nas classes C e D, 64% pretendem gastar até R$ 200 mil para comprar a casa própria. Também detectamos que muitos querem efetuar a compra nos próximos cinco anos, mas ainda falta planejamento — comenta Lucas Mathias, especialista em Marketing e um dos responsáveis pelo levantamento.

A pesquisa mostrou ainda que 60% pensam que pagar aluguel é um desperdício de dinheiro; 32% pretendem comprar o imóvel financiado, 14% querem comprar à vista e 13,2% acreditam que conseguirão concretizar o objetivo por meio do “Minha casa, minha vida”.

O engenheiro Gabriel Saad, de 29 anos, acreditou e conseguiu. Quando estava no fim da faculdade, em 2015, ele percebeu que era possível ter um lugar para chamar de seu, com um financiamento que cabia no bolso, por meio do MCMV. Na época, ele comprou um apartamento de dois quartos em Parada de Lucas, Zona Norte do Rio de Janeiro, e hoje paga parcelas de R$ 880.

— Eu consegui encaixar a parcela no meu orçamento por ser um valor baixo. E o condomínio tem todo o conforto — conta Saad. Mas, afinal, economicamente, o que é melhor?

De acordo com professor de Economia & Finanças do Ibmec RJ, Tiago Sayão, quando se trata de MCMV, qualquer que seja a faixa de financiamento, comprar sempre é mais vantajoso que viver de aluguel. Considerando, por exemplo, o gasto com aluguel equivalente a 30% da renda — que é o recomendado pelos educadores financeiros —, ou seja, R$ 2.100 por mês, em 30 anos, essa despesa seria equivalente a R$ 1.033.357,18. Já se a opção fosse o financiamento de R$ 208 mil, pela faixa 3, a mais alta do programa, em 30 anos, o gasto seria R$ 520.748,34.

— Os juros não são juros de mercado, porque o programa do governo tem por objetivo fomentar a compra do primeiro imóvel para pessoas que não teriam acesso ao programa de crédito comum. Então, vale muito a pena — opinou Sayão.

Fonte: Jornal Extra

Construtora de empreendimentos imobiliários econômicos em Santa Catarina.

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